Palácio Itaboraí promove evento sobre a alimentação livre de agrotóxico

 

Programação integra a Semana dos Orgânicos, que acontece em todo o país

 

O Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde, unidade da Fiocruz em Petrópolis, integrará a Semana Nacional do Alimento Orgânico, com atividades gratuitas e abertas ao público no dia 31 de maio, de 8h às 16h, no Palácio Itaboraí, sede do Fórum. Na programação estão uma feira de exposição e venda de produtos orgânicos e agroecológicos e a exibição de filme, seguida de debate, sobre a promoção da alimentação livre de agrotóxico.

 

Semana dos Orgânicos

Realizada anualmente na última semana de maio, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a campanha nacional do “Produto Orgânico – melhor para a vida” está em sua 15ª. edição e, em 2019, traz como tema “Qualidade e saúde: do plantio ao prato”. De acordo com informações do próprio Ministério, um dos principais objetivos da campanha é informar o consumidor como reconhecer o produto orgânico nos locais de comercialização e estimular que ele participe como agente no controle da qualidade orgânica, melhorando a relação de confiança com os produtores. A agenda também pretende trazer à luz princípios agroecológicos que viabilizam a produção de alimentos e outros produtos de uso do ser humano de forma mais harmônica com a natureza, valorizando a biodiversidade, contribuindo com a saúde de todas as partes envolvidas e promovendo a justiça social nos diversos segmentos da cadeia produtiva.

 

Na feira, produtores de Petrópolis, especificamente do Brejal, Caxambu e Secretário, estarão expondo e vendendo seus produtos orgânicos e agroecológicos a preços acessíveis, durante todo o dia. Nela, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também montará um ponto de informações aos visitantes e consumidores sobre alimentação livre de agrotóxico. Além da feira, o Fórum Itaboraí exibirá, no mesmo dia, em quatro sessões, o documentário “O veneno está na mesa 2”, que amplia o debate sobre o uso de agrotóxicos no Brasil e as alternativas saudáveis de produção de alimentos. Sob a direção do cineasta Silvio Tendler, o filme atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. Apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores. Das quatro sessões, duas delas, às 9h e 14h, são exclusivas aos alunos das escolas Gunnar Vingren e Terra Santa, unidades públicas escolares vizinhas ao Fórum Itaboraí. Já as sessões das 10h e das 13h serão abertas ao público. Todas as sessões serão seguidas de debates sobre agrotóxicos. A classificação indicativa do filme é livre.

 

Novo espaço para a Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí

A Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí – OCPIT conta com um novo e exclusivo espaço para aulas e ensaios de seus jovens instrumentistas, em um anexo parcialmente recuperado no Palácio Itaboraí. São quatro salas que irão propiciar maior comodidade para professores e para os quase 30 estudantes que frequentam aulas de teoria musical e de prática orquestral, além de estudos individuais de instrumento, permanecendo, em média, três tardes por semana no Palácio Itaboraí.

Criada em fevereiro de 2013, a OCPIT é um projeto sociocultural voltado à formação orquestral, humanista e profissionalizante de alunos da rede pública de ensino de Petrópolis, idealizado e mantido pelo Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde, unidade da Fiocruz em Petrópolis. Os jovens recebem formação gratuita no período de quatro anos, por meio de aulas teóricas e práticas de música, além de apresentações regulares de concertos para diversos públicos, principalmente para escolas da rede pública de Petrópolis, com carga horária de 300 horas ao longo do ano. No decorrer dos seis anos de existência da Orquestra, quatro de seus egressos instrumentistas estão cursando o ensino superior de música, nos cursos de Licenciatura em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF e da Universidade Católica de Petrópolis – UCP.

As pessoas que tiverem interesse em conhecer de perto o trabalho da Orquestra, vivenciar um pouco da dinâmica dos estudantes e apreciar o repertório atual da OCPIT podem participar, como ouvintes, dos ensaios abertos, que acontecerão duas vezes ao mês, às primeiras e terceiras quintas-feiras. A participação requer agendamento prévio, pelo telefone (24) 2246-1430, com Nina Mayer.

Exposições no Fórum Itaboraí - 2019

PALÁCIO ITABORAÍ RECEBE A EXPOSIÇÃO DINOSSAUROS E GEOPARQUES DO BRASIL

Mostra interativa e gratuita traz informações científicas e promete descobertas para todas as idades

 

Dinossauros e Geoparques do Brasil é a nova exposição interativa em cartaz no Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde, unidade da Fiocruz em Petrópolis, de 06 de maio a 02 de agosto de 2019, com entrada franca. Voltada ao público de todas as idades, a mostra traz informações científicas e curiosidades sobre os dinossauros e provoca a reflexão sobre a geoconservação e o uso sustentável de áreas geográficas com relevante patrimônio geológico, os geoparques.

Os visitantes poderão interagir com uma “caixa de escavação”, descobrindo achados importantes para a Ciência, poderão também medir o tamanho dos próprios pés em comparação a uma “pata de dinossauro”, conhecer por onde andavam estes animais pré históricos em nosso Brasil e, seguindo as pegadas (originais e réplicas) de terópodes e ornitópodes, adentrar o Vale dos Dinossauros, um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo, situado no estado da Paraíba. O público poderá, ainda, ver de perto uma réplica de esqueleto de um dinossauro e se encantar com essas criaturas que habitaram nosso planeta antes de nós.

 

Geoparques

Um geoparque, segundo a UNESCO, é uma área geográfica onde sítios do patrimônio geológico são partes de um conceito integrado de proteção, educação e desenvolvimento sustentável. Um geoparque deve gerar atividade econômica, notadamente através do geoturismo, e envolve um número de geossítios ou sítios geológicos de importância científica, raridade ou beleza, incluindo formas de relevo e suas paisagens. Aspectos arqueológicos, ecológicos, históricos ou culturais podem representar importantes componentes de um geoparque.  O Brasil, com sua rica geodiversidade, contendo testemunhos de praticamente todas as eras geológicas, aliada à sua imensa extensão territorial, possui grande potencial para a proposição de geoparques. O Brasil tem somente um geoparque integrado à Rede Global de Geoparques, o Geoparque Araripe(2006), no Ceará, o primeiro das Américas e, até o momento, o segundo geoparque latino-americano. O Projeto Geoparques, criado pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM, está em curso e prevê-se, em futuro próximo, a implantação de novos geoparques no Brasil, como o de Rio do Peixe (PB), Quarta Colônia (RS) e Bodoquena-Pantanal (MS).

 

A exposição Dinossauros e Geoparques do Brasil é uma parceria do Fórum Itaboraí , do Museu de Ciências da Terra e do Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Grupos podem fazer o agendamento prévio pelo telefone (24) 2246-1430, com Juliana Possas. O Palácio Itaboraí, sede do Fórum, fica à rua Visconde de Itaboraí, 188, Valparaíso, em Petrópolis, e a mostra pode ser visitada de segunda a sexta, de 8h30 às 16h30, e aos sábados, de 9h às 16h. Classificação etária: livre. Outras informações em: http://www.cprm.gov.br/publique/Noticias/Petropolis-%28RJ%29-recebe-pela-primeira-vez-exposicao-sobre-Geoparques-e-Dinossauros-5659.html

 

Associação de Pais e Amigos da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí elegerá novos membros

Comunicamos que a Associação de Pais e Amigos da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí – OCPIT realizará Assembleia Geral Extraordinária, no dia 11 de abril, às 17h30, no auditório do Palácio Itaboraí, com o objetivo de constituir, por eleição, nova Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal e Administrativo da Associação. Não há prerrequisito para participar. Para aquelas pessoas que tiverem interesse, o estatuto da Associação pode ser acessado aqui.

 

Candidatos aprovados na primeira fase do processo seletivo 2019 da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí

Os aprovados na primeira fase deverão comparecer ao Palácio Itaboraí no dia e horário indicados ao lado de seus nomes na tabela para a realização da entrevista, segunda fase do processo seletivo. A entrevista é obrigatória e faz parte do processo seletivo.

Informamos também que os atuais alunos da OCPIT convidam os aprovados para participarem, na terça-feira, dia 19/03, de um momento de integração onde haverá demonstração de cada instrumento. Esta atividade não é obrigatória e irá acontecer de 15h30 às 16h30. 

 

Feira de Troca e doações de livros da Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí

A Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí promoverá uma feira de troca e doações de livros no dia 22 de março, próxima sexta-feira. O evento será gratuito e aberto a todos os públicos. A programação também inclui 2 sessões, às 10h e às 14h, da peça infantil "O Reino Adormecido" que será encenada pelo Grupo Teatral Povo do Cafundó. As vagas para a apresentação teatral são limitadas e devem ser solicitadas com antecedência pelo telefone (24) 2246-1430. O Palácio Itaboraí fica na Rua Visconde de Itaboraí, 188, no Valparaíso em Petrópolis-RJ.

 

 

Fórum Itaboraí promove visita de campo ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro

 

Atividade reuniu agricultores e profissionais da saúde pública de Petrópolis

O Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde, unidade da Fiocruz em Petrópolis, promoveu, no último dia 27 de fevereiro, uma capacitação técnica de campo no Arboreto do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, reunindo cerca de 50 pessoas, entre agricultores do Quilombo da Tapera, do Rocio, do Caxambu e do Vale do Jacó, além de médicos, agentes de saúde e farmacêuticas que atuam na rede pública de saúde de Petrópolis. Participaram, também, profissionais autônomos que trabalham com plantas medicinais e atuam como mediadores para o desenvolvimento local em algumas comunidades do município.

 

A iniciativa é parte do Programa de Biodiversidade e Saúde do Fórum Itaboraí, que inclui, entre outras, o Arranjo Produtivo Local de Plantas Medicinais (em parceria com a Secretaria de Saúde de Petrópolis) e ações de fortalecimento da agricultura familiar.

 

“Muitas pessoas conhecem, já visitaram ou ouviram falar sobre jardins botânicos, mas comumente pensam que se trata apenas de um parque. Nosso objetivo com esta capacitação técnica de campo foi, de um lado, propiciar um aprendizado a partir da observação e revelar o quão rico e relevante é o trabalho de pesquisa que envolve a diversidade vegetal; de outro, promover a interação social e técnica entre os participantes, criando conexões e intercâmbio entre agricultores, profissionais de saúde e outros atores, com vistas a fomentar oportunidades de parceria, trocas de conhecimento, trabalho e geração de renda”, explica Sergio Monteiro, coordenador do Programa de Biodiversidade e Saúde do Fórum Itaboraí.

 

A visita técnica teve início no setor de plantas medicinais, com a palestra da bióloga e pesquisadora Yara de Britto, do Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, trazendo informações e reflexões sobre os papéis simbólico, social e científico de um jardim botânico, além de abordar temas como plantas medicinais, saberes tradicionais e pesquisa científica. A palestra foi seguida de uma visita à coleção temática do setor, que atualmente conta com 150 espécies, entre plantas medicinais, ervas e arbustos, organizadas por temas e distribuídas em um espaço de dois mil m2. No acervo, há espécies de interesse do Sistema Único de Saúde (SUS) e outras com uso tradicional corroborado por pesquisas científicas.

 

O grupo também percorreu o arboreto do Jardim Botânico, propriamente, realizando uma visita guiada com atenção especial a algumas espécies nativas e também a coleções vivas, como o cactário, o orquidário e o bromeliário. E, para a surpresa dos participantes, o encontro contemplou, ainda, uma visita técnica ao herbário - que é uma coleção de plantas secas catalogadas, ou seja, que reúne informações confiáveis e oficiais sobre o reino das plantas para fins de pesquisas científicas – e ao Banco Ativo de Germoplasma ex-situ, um banco onde são conservadas sementes nativas de espécies ameaçadas de extinção, de espécies endêmicas (ou seja, exclusivas de uma região geográfica), de espécies usadas para recuperar áreas degradadas e também de espécies de uso etnobotânico (interação entre as sociedades humanas e as plantas), entre elas algumas de uso medicinal. “Eu fiquei encantada e feliz ao saber que há reservas de sementes para regeneração de áreas de florestas nativas destruídas por queimadas, por exemplo. Não tinha ideia de que havia gente trabalhando nisso”, conta Sueli Vieira, agente comunitária de saúde da Estrada da Saudade. “Esta visita ampliou muito meu conhecimento e meu horizonte sobre as plantas e vai nos ajudar muito no posto de saúde do bairro, onde estamos montando a nossa horta para prescrição no próprio posto”, complementa Sueli, que participou da visita técnica com outros colegas agentes comunitários de saúde da mesma área de atuação.

 

Maria Eugênia Duarte é agricultora do Caxambu e tem se dedicado ao plantio de alimentos orgânicos e de plantas medicinais, estas últimas com produção voltada para a dispensação para os postos de saúde de Petrópolis, no âmbito do Arranjo Produtivo Local de Plantas Medicinais. Ela fez parte do grupo que esteve nesta capacitação técnica de campo. “Eu já conhecia o Jardim Botânico do Rio, mas, das vezes que estive lá, meu olhar sempre foi de apreciar. Dessa vez, eu tive a oportunidade de conhecer mais tecnicamente e profundamente as plantas. Pra mim, a visita foi como um livro aberto, porque às vezes se aprende mais ouvindo e vendo do que estudando diretamente. Eu pude observar sobre a forma de cuidar de algumas plantas medicinais, aprendi sobre germinação de sementes e como as pesquisas são essenciais. Voltei com outros olhos”, relata a agricultora, que é também pedagoga aposentada.

Já para Teresa Cristina Correia, rezadeira do Quilombo da Tapera, que fica no Vale do Cuiabá, em Itaipava, essa foi a primeira vez que esteve em um jardim botânico. “Achei tudo muito bom. Conheci gente nova e coisas que eu não tinha ideia que existiam. Mas gostei mesmo da primeira parte, que tem as hortinhas com remédios. Eu encontrei algumas plantas que a gente tem lá no Quilombo, mas eu não sabia que era remédio. Isso tudo faz a gente aumentar nossa sabedoria sobre as plantas e ajuda pra que cuidemos melhor da nossa gente lá no Quilombo”, conta, animada, dona Teresa.

Dr. Pedro Paulo Lemos, médico do posto de saúde de Vila Felipe, também participou da visita técnica, com um jovem estudante de medicina, que estagia no posto, e duas agentes de saúde do bairro. Para ele, a oportunidade de visitar o Jardim Botânico com um olhar voltado ao aprendizado técnico é uma excelente experiência para quem atua no campo da saúde. “Eu fui formado como médico alopata e não conhecemos quase nada sobre as plantas medicinais, que muitas vezes, funcionam tão bem quanto os remédios de farmácia. Mas só podemos prescrever o que conhecemos e uma visita como essa nos leva a aprender mais sobre uma área que os médicos não têm muito acesso”, avalia Dr. Pedro. “Lá no bairro, a equipe do posto utiliza bastante as ervas medicinais, principalmente aquelas que os moradores têm plantadas em casa. O paciente tem que mudar a percepção, parar de ir ao posto só para receber a prescrição do remédio alopata que ele já conhece e que passa a dor, mas que muitas vezes volta a doer. Precisamos cuidar da saúde das pessoas de outra forma, com mais envolvimento. Mais profissionais de saúde precisam ampliar seus conhecimentos nesta área e quanto mais pessoas da comunidade puderem também conhecer as plantas e seus efeitos, melhor será”, conclui o médico.

 

 

Fórum Itaboraí - Fiocruz/Petrópolis participa da criação de Conselho Local de Saúde na Comunidade 1º de Maio

Ação é resultado de um Acordo de Cooperação com a Prefeitura de Petrópolis

 

No dia 23 de fevereiro, a equipe social do Fórum Itaboraí participou do “Fórum para a eleição do Conselho Local de Saúde da Comunidade 1º de Maio / Madame Machado”, em Petrópolis. Este foi o primeiro Conselho Local de Saúde da cidade de Petrópolis, criado com base na Lei Municipal Nº 7.705, de 12/09/2018, dos oito previstos de serem implantados no município e representa um resultado concreto do Acordo de Cooperação entre a Prefeitura Municipal de Petrópolis e o Fórum Itaboraí / Fiocruz para o desenvolvimento de um plano abrangente de promoção da saúde, iniciado durante o primeiro trimestre de 2017.

 

Realizado na sede da Escola Municipal Amélia Antunes Rabello, que fica na própria comunidade, o Fórum reuniu público superior a 50 pessoas, entre moradores, trabalhadores locais da saúde e representantes de diversos setores da gestão pública municipal, como a Secretária  de Saúde, Fabíola Heck, a Secretáriad e Educação, Marcia Palma; o diretor da Comdep (empresa pública responsável, entre outros, pela gestão de resíduos sólidos no município), Marcos Albuquerque, o assessor da Secretaria de Esporte e Lazer, Marcelo Costa, e o vereador Silmar Fortes.

 

Durante o encontro foram eleitos os titulares e suplentes do Conselho recém criado, dos quais quatro são integrantes da comunidade e quatro são profissionais da gestão pública, sendo dois da área da Saúde, um da Educação e um da Assistência Social.

 

O caráter intersetorial e a paridade entre membros locais e representantes do poder público são aspectos fundamentais na constituição do Conselho Local de Saúde para que ele possa alcançar seu principal objetivo: ser um ambiente formal em que  moradores e profissionais da gestão pública atuantes no território possam, juntos, dialogar, discutir e propor soluções para os problemas locais. A ideia é implementar a educação ambiental a partir da perspectiva da gestão comunitária. Crianças, jovens e adultos podem conhecer e participar da sua comunidade e se assumirem como sujeitos que atuam no seu território para transformá-lo num lugar agradável de se viver. Nesse sentido, é importante conhecer o que acontece com o lixo em Petrópolis.

 

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