Apresentação será no sábado, dia 30 de maio, às 17h, reunindo ex-alunos e alunos da OCPIT/Orquestra de Câmara da Fiocruz
Aline Rickly e Luiz Pistone (Fórum Itaboraí / Fiocruz) / Publicado em 18/05/2026

O Palácio Itaboraí realiza mais uma edição do “Concertos na Fiocruz: Encontro de Gerações” neste mês de maio. A iniciativa propõe a aproximação entre alunos e ex-alunos da Orquestra de Câmara da Fiocruz/OCPIT em uma série de apresentações comemorativas pelos 125 anos da Instituição. O concerto será no dia 30, às 17h. Para assistir à apresentação, é preciso se inscrever pelo WhatsApp (24) 2103-2181. As vagas são limitadas devido à capacidade do auditório.
Desta vez, a apresentação será do Quarteto de Violoncelos, formado pelos músicos André Azevedo, Ana Lívia Abrahão, Ludmila Andrade e David Montes. Os músicos irão apresentar obras de compositores de distintas épocas e estilos, transitando entre o repertório erudito europeu e a música latino-americana, com peças de Pablo Casals, Gabriel Fauré, Dmitri Shostakovich, Johann Sebastian Bach, Astor Piazzolla e Heitor Villa-Lobos.
Em um segundo momento, os quatro instrumentistas se unem aos atuais alunos da Orquestra de Câmara da Fiocruz/OCPIT em um repertório dedicado aos compositores alemães George Frideric Handel e Johann Sebastian Bach.
“Esta é a quarta edição da série, que propõe fortalecer vínculos entre diferentes gerações de músicos formados pelo projeto, além de valorizar trajetórias, preservando a memória do programa que atua desde 2013 na formação musical de jovens de escolas públicas de Petrópolis”, afirma Nina Mayer, coordenadora executiva da Orquestra.
A Orquestra de Câmara da Fiocruz/ OCPIT é uma realização do Fórum Itaboraí, Fiocruz e do Ministério da Cultura, Governo Federal, com gestão cultural da Sociedade de Promoção Sociocultural da Fiocruz (SOCULTFio) e patrocínio da Fiotec e da Zeiss, sendo esta última por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Sobre os convidados
André Azevedo iniciou sua formação musical na Orquestra de Câmara da Fiocruz/OCPIT aos 14 anos. Ao longo de sua trajetória, participou de diversos festivais e atividades formativas ao lado de nomes relevantes do cenário musical brasileiro, como Hugo Pilger, Duo Santoro, Janaína Salles, Robson Fonseca, Robert Suetholz e Mariana Amaral. Hoje, é bacharel em Violoncelo pela Universidade Federal de Juiz de Fora, integra a Orquestra do Teatro Imperial, além de atuar como professor de música.
Já Ana Lívia Abrahão começou os estudos de violoncelo aos 12 anos na Orquestra de Câmara da Fiocruz/OCPIT, participou de festivais e diversas masterclasses com nomes como Daniel Silva, Hugo Pilger e Duo Santoro. Ana Lívia também realizou apresentações junto à Orquestra da UNIRIO, incluindo concertos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ). Atualmente, integra a Orquestra do Teatro Imperial, conciliando sua atuação musical com a formação em Tecnologia e Computação pela FAETERJ.
Ludmila Andrade iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade e ingressou na Orquestra de Câmara da Fiocruz/OCPIT aos 12 anos, onde se formou em flauta transversal, tendo participado de diversos festivais e masterclasses. Após direcionar seus estudos ao violoncelo, passou a se aperfeiçoar com professores de destaque, como Hugo Pilger e Fernando Bru. Atualmente atua como violoncelista na Orquestra do Teatro Imperial, além de desenvolver trabalhos como arranjadora e compositora.
David Montes iniciou sua trajetória ainda na infância, nas aulas de flauta da escola. Aos 15 anos, ingressou na Orquestra de Câmara da Fiocruz/OCPIT, dando início ao estudo do violoncelo. Em 2023, foi admitido no curso de Licenciatura em Música na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Já se apresentou em importantes palcos, como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ), o Teatro Municipal de Niterói e o Teatro da UFF.
Para Nina Mayer, coordenadora executiva da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí/Fiocruz, a série “Encontro de Gerações” mostra, na prática, os resultados do trabalho contínuo da orquestra. “É a prova de que investir em formação musical é investir em futuro, em pessoas e em cultura. Cada concerto é um reencontro de histórias, conquistas e sonhos que começaram aqui. Ver esses jovens retornando como músicos experientes é motivo de orgulho e uma inspiração direta para quem está iniciando sua trajetória na orquestra”, afirma.
A Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí / Fiocruz é uma realização do Fórum Itaboraí, Fiocruz e do Ministério da Cultura, Governo Federal, com gestão cultural da Sociedade de Promoção Sociocultural da Fiocruz (SOCULTFio) e patrocínio da Fiotec e da Zeiss, sendo esta última por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.



