Atividades do Fórum Itaboraí têm restrições devido à pandemia do coronavírus

Em conformidade com as decisões dos órgãos de saúde ligados ao poder público, o Fórum Itaboraí informa que implementou medidas para restringir a circulação de pessoas nas dependências do Palácio Itaboraí e nas ações de todos os projetos. Todas as atividades coletivas, internas e externas, estão suspensas até o dia 17 de agosto. Durante o período, o Palácio Itaboraí estará fechado para a visitação e só será permitida a entrada de funcionários, respeitando a escala estabelecida. O objetivo das ações é minimizar a possibilidade de contágio e disseminação do coronavírus. Contatos: E-mail: forumitaborai@fiocruz.br Facebook: facebook.com/forumitaborai/

Boas colheitas em tempos de pandemia

Práticas agroecológicas apoiadas pelo Fórum Itaboraí ajudam a transformar comunidades durante o isolamento social

As práticas agroecológicas com comunidades petropolitanas, promovidas pelo Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde, unidade da Fiocruz em Petrópolis, tomou um novo formato desde o início do isolamento social causado pela pandemia da Covid-19: unindo criatividade, comunicação, tecnologia, integração, trocas de saberes e muito entusiasmo, quintais e pequenos espaços comunitários, por vezes abandonados, estão se transformando, ganhando vida, cores, aromas e novos sabores.  

Tudo começou com os Encontros de Formação e Interação de Saberes em Agricultura Urbana, que vinham acontecendo na comunidade do Amazonas, no Quitandinha, desde fevereiro de 2020. Eram 30 participantes, moradores não apenas do Amazonas, mas também dos bairros da Glória, Meio da Serra, Pedras Brancas, Posse e Retiro, que se reuniam uma vez na semana para, de um lado, ampliar conhecimento em agricultura urbana,aprendendo sobre técnicas de cultivo e gestão de resíduos orgânicos, como os restos da cozinha e da varrição de folhas e aparas de grama, e, de outro, fortalecer laços comunitários, aumentar a segurança nutricional e contribuir com a redução da vulnerabilidade socioambiental dos moradores e destes territórios.  

Segundo o agrônomo Claudemar Mattos, da equipe do Fórum Itaboraí e um dos responsáveis pelo ciclo de encontros, essa experiência tinha um caráter “piloto”, ou seja, onde a metodologia seria testada e, se necessário, ajustada para a replicação do curso para os outros sete bairros de Petrópolis em que o Fórum Itaboraí atua com práticas de gestão local participativa e intersetorial em saúde. “Foi quando veio o isolamento social e nos vimos no desafio de dar continuidade a estas práticas agroecológicas. Já tínhamos um grupo de whatsapp e foi por ele que mantivemos nossas conversas e prosas, ainda muito sem saber como essa forma de comunicação e trocas de conhecimentos poderia funcionar e quanto tempo este distanciamento poderia durar”, relembra o agrônomo.  

Aos poucos, a equipe do Fórum Itaboraí envolvida no ciclo de encontros foi testando e experimentando formas de abordar os conteúdos – antes previstos para os encontros presenciais – agora, neste novo ambiente mediado pela tecnologia, com informações técnicas e dicas sobre horta, alimentação, plantas medicinais, composteira e plantas alimentícias não convencionais – PANC. “Mas as práticas agroecológicas vão além das técnicas de cultivo. A partir da lida com a terra e daquilo que ela nos provê, a agroecologia toca em questões fundamentais como soberania, solidariedade econômica e social, trabalho comunitário e participação social, alimentos livres de agrotóxicos e o direito a uma alimentação saudável, gestão de resíduos, consciência ambiental e saúde, que são temáticas que trabalhamos transversalmente com este grupo”, explica Claudemar. 

Enquanto o isolamento social impossibilitou a realização dos encontros presenciais, o ambiente desterritorializado do whatsapp permitiu a inclusão e interação com mais pessoas interessadas, moradoras de outras comunidades de Petrópolis, e hoje o grupo de trocas de saberes em agricultura urbana conta com representantes de 11 localidades diferentes do município. Um deles é Vagner Teixeira, morador do bairro da Glória, em Corrêas, que já está colhendo e compartilhando com vizinhos um uma cesta de hortaliças que estão brotando da horta que ele começou a cultivar no terreno da casa da mãe, desde que vem participando dos encontros de agricultura urbana. “Eu lidava com jardinagem, mas nunca tinha mexido com horta, não sabia como fazer. Nestes encontros fui aprendendo como preparar a terra, como plantar a muda, a forma de regar, sobre ervas medicinais, como armazenar o grão na garrafa pet, como operar uma composteira. Mesmo pelo whatsapp eu interajo. Eles colocam os conteúdos e eu vou me aprimorando e tirando minhas dúvidas e aprendendo também com as dúvidas dos outros”, conta Vagner, que recebeu mudas e a estrutura da composteira do Fórum Itaboraí/Fiocruz para iniciar o projeto comunitário. 

“Hoje nossa composteira já conta com os restos de alimentos da cozinha da minha casa e de mais cinco vizinhos e já estamos usando este adubo pra horta. Aqui é nosso local de prática, enquanto esperamos as definições da Associação de Moradores para levar a horta para a parte de trás do campo de esporte, perto do colégio [E.M. Marieta Gonçalves]. E já estão aparecendo pessoas interessadas em integrar o projeto, porque estão vendo os benefícios. Imagina poder chegar no final de semana e ter um legume, uma verdura saudável para poder comer e saber que você participou daquilo? Tenho certeza de que a horta comunitária pode unir mais a comunidade”, anseia Vagner, que faz questão de enumerar o que já tem na horta:alface, agrião, beterraba, chicória, couve, salsa, cebolinha, sabugueiro, guaco, hortelã e capim limão. 

Do outro lado da cidade, no Amazonas, uma história similar também já pode ser contada pelos moradores da Vila Frei Davi, onde vivem 56 famílias. Na localidade já existia uma pequena horta comunitária, que foi incrementada com a participação, principalmente, das mulheres nos encontros de agricultura urbana. “Eu me envolvi porque o Serginho me convidou. Gosto muito de plantas. Minha mãe me ensinava muito sobre plantas medicinais e era só isso que conhecia. Me animei com os encontros, para poder conhecer mais e agora mexo com a terra todos os dias. Achava que alimentos sem agrotóxico era só pra rico. Mas vejo que podemos ter em casa, em pequenos espaços, em qualquer pedacinho de lugar. Estou completamente apaixonada por horta e isso mudou muito a minha vida”, conta, animada, Dalva Oliveira, 63 anos, aposentada e moradora da Vila. Além dos alimentos em si, Dalva destaca outros dois grandes ganhos do trabalho com a horta para a comunidade: “Uma das coisas boas é que o condomínio todo está ajudando a juntar restos alimentos, que colocamos na composteira. Até o mercadinho do bairro contribui. Já não jogamos mais nada desse tipo de resíduo na lixeira e, além de adubo para a horta, temos muito menos sujeira e ratos na lixeira da vila. Outra coisa é que, com as plantas medicinais que temos plantado, mais gente do bairro tá vindo aqui procurar os remédios naturais. Assim, vamos em uma rede de solidariedade, ajudando uns aos outros. A gente não se encharca tanto de remédios e nem de agrotóxicos. E já estamos pensando onde plantar as frutíferas”, celebra a moradora. 

Para Sérgio Monteiro, coordenador do Programa de Biodiversidade e Saúde do Fórum Itaboraí, apesar do isolamento social, estes encontros, ainda que mediados por tecnologia e tendo formatos em contínua experimentação, têm revelado que é possível contribuir com a construção de uma cadeia de práticas e de significados para a promoção da saúde dentro e entre distintas comunidades de Petrópolis. “As pessoas vão tomando consciência da qualidade do ambiente em que vivem e demonstram que são capazes de colocar em prática, transformar locais e hábitos que vão favorecer a vida delas e que elas próprias têm razões para valorizar. E uma influencia a outra, seja um vizinho, seja alguém de outro território, mas que está ali conectado pelo mesmo propósito”, conclui Monteiro.

 

Dalva Oliveira, moradora do Amazonas.

Covid-19: Fiocruz alerta para urgência de medidas rígidas de isolamento social

Por Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) encaminhou, na manhã desta quarta-feira (6/5), um relatório ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), em resposta à solicitação do órgão realizada em 3 de maio. O documento consolida um posicionamento da Fiocruz a respeito da adoção de medidas rígidas de isolamento social no âmbito territorial do estado do Rio de Janeiro.

Com base em análises técnico-científicas e como parte de seu compromisso com a vida, com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com a saúde da população, a Fiocruz considera urgente a adoção de medidas rígidas de distanciamento social e de ações de lockdown no estado do Rio de Janeiro, em particular na região metropolitana, visando à redução do ritmo de crescimento de casos e a preparação do sistema de saúde para o atendimento adequado e com qualidade às pessoas acometidas com as formas graves da Covid-19.

Os especialistas da instituição projetam que, caso não sejam tomadas medidas mais rígidas de distanciamento social no estado do Rio de Janeiro, haverá um agravamento da situação epidemiológica e de insuficiência de leitos no mês de maio de 2020, que pode se prolongar e levar a um número expressivo de mortes que poderiam ser evitadas.

Segundo o documento, as medidas de lockdown devem ser adequadas às realidades epidemiológicas e dos sistemas de saúde das diferentes das cidades do estado sem que, no entanto, sejam implantadas de forma isolada. Para eles, elas devem considerar não somente o número registrado de casos e óbitos, mas principalmente a tendência da epidemia em cada região do estado, a disponibilidade de leitos e equipamentos, a adequação do quadro de profissionais de saúde, bem como a adesão dos cidadãos e dos estabelecimentos comerciais e industriais a estas medidas.

O relatório considera ainda a importância de intensa articulação das diferentes esferas de governo para a implantação dessas medidas rígidas de isolamento no estado e da adoção de medidas de apoio econômico e social às populações vulneráveis, particularmente as que dependem de trabalho informal ou precário, bem como suporte a pequenas empresas que geram empregos e podem sofrer grande impacto da pandemia.

Leia o documento na íntegra.

Quarentena musical

Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí oferece orientações online aos jovens instrumentistas durante o isolamento

Apesar das limitações do isolamento social por conta da Covid-19, os jovens instrumentistas da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí - OCPIT seguem tendo aulas de música, adaptadas, porém, às condições da quarentena. Com os instrumentos em casa, os estudantes têm recebido orientações online dos professores e mantêm seus estudos individuais, de teoria e prática instrumental. Estão impedidos apenas da prática orquestral, porque esta requer a coletividade. As dificuldades são inevitáveis, desde as limitações de acesso à internet para alguns ao desafio de praticarem sozinhos em casa, em um ambiente diferente das salas do Palácio Itaboraí, onde eles costumam estar juntos de duas a cinco vezes por semana. Mas, desta experiência, os estudantes têm tirado novas perspectivas e a oportunidade, em muitos casos, de ter a família mais envolvida com a música clássica que eles praticam.

Segundo o maestro e coordenador da OCPIT, Celso Franzen Jr., estes encontros online não podem ser comparados e não substituem as aulas presenciais, mas são fundamentais para que os jovens músicos possam se manter estimulados e não fiquem totalmente distantes da prática habitual do instrumento. “Se eles param, perdem o que chamamos de coordenação fina. Embora alguns até reconheçam estarem evoluindo, nosso objetivo principal é mantê-los motivados e que não percam o que já adquiriram até agora. A música é uma prática que exige dedicação continuada. Se eles estiverem em dia com o trabalho individual, será muito mais fácil retomarmos com o coletivo, com nossa Orquestra, quando voltarmos”, explica Celso, acrescentando que há estudantes em diferentes níveis e todos estão sendo acompanhados, inclusive pela assistente social da OCPIT.

Como já fazia parte da rotina, os estudantes seguem tendo um tempo semanal diretamente com os professores, tanto para práticas individuais com seus instrumentos quanto para conteúdos de teoria musical; a novidade é que, durante este período de isolamento social, as aulas têm se sido adaptadas, já que vêm se utilizando dos meios tecnológicos para acontecerem. 

Jaqueline Rosa Moreira é professora de violino da OCPIT e tem feito vídeo-chamadas individuais com seus alunos pelo aplicativo multiplataforma whatsapp, além de gravar e recomendar vídeos com conteúdos complementares. Ela também passa tarefas e recebe deles vídeos com a execução dos trabalhos solicitados. No encontro seguinte, ela dá retornos com sua avaliação. “Tem funcionado bem para a maioria, principalmente para os alunos mais velhos, que já dominam mais o instrumento. De forma geral, eu os percebo engajados e contentes em fazer as atividades propostas, até porque estão cansados de ficar em casa e assim têm uma ocupação, uma vez que as aulas das escolas municipais em que estudam ainda não voltaram, nem de forma virtual” conta Jaqueline. Além das orientações técnicas, propriamente, a professora tem marcado encontros virtuais coletivos com seus alunos, para apoiá-los emocionalmente e ver como estão passando: “É quando reunimos o grupo todo, pelo menos todos aqueles que tocam violino comigo, para buscarmos manter o vínculo e trocarmos ideias. Falo por mim e por eles também: estamos todos aprendendo a dar valor ao que temos!”, destaca Jaqueline.

“O que eu mais sinto falta são os encontros orquestrais. São mais de quatro anos indo pra lá quase todos os dias. É como se eu não estivesse encontrando parte da minha família. A saudade é a mesma. Sinto falta da Orquestra, dos ensaios, das pessoas”, conta Isabella Mariosa, 19 anos, que toca flauta transversal e é uma das veteranas da atual composição da OCPIT. Apesar da distância e da saudade, a jovem agradece a possibilidade de seguir tendo aulas de música online: “Eu achei ótimo ter continuado, para não perder o foco e o ritmo. Se pararmos, o nosso corpo esquece e a cabeça enlouquece um pouco. E ter o professor, as tarefas, isso não nos deixa relaxar e faz com que pratiquemos. Além disso, a música é meu refúgio. E, neste período de isolamento, é onde consigo ter o meu espaço e meu tempo”, conclui Isabella, que está se preparando para este ano fazer o Teste de Habilidade Específica – o THE, exame requerido para ingressar na faculdade de música, onde ela pretende cursar bacharelado em flauta.

Para alguns alunos, o acesso à internet tem sido o principal limitante, às vezes até impeditivo para participar destes encontros de orientação musical online. Para outros, o desafio está mesmo em se adaptar a um aprendizado sem a presença dos professores, como é o caso do Ricardo Corvello, de 17 anos, que toca contrabaixo acústico, estuda no Colégio Estadual Dom Pedro II e está há quatro anos na OCPIT. “No início foi difícil e eu até pensei em desistir dessa ideia de aula online. Minha internet não é muito boa, mas isso até vou contornando. O problema maior foi conseguir me acostumar sem o Luiz Felipe, porque com ele por perto eu fico mais seguro de tocar as coisas certas. Mas ele começou bem devagar e eu fui me adaptando. Não achei que as aulas dariam certo, mas depois de um mês, tanto eu quanto ele nos esforçando, posso dizer que hoje está sendo bom. Estamos abordando conteúdo praticamente como se eu estivesse tendo aula presencial. E agora já ganhei mais velocidade nos exercícios, consigo executar mais rápido e tenho praticado até mais, pelo menos duas horas por dia, até porque estou com o meu instrumento por perto”, comemora o jovem instrumentista, contente por estar com o contrabaixo em casa, pois, pelo tamanho, não conseguia transportá-lo com frequência, usando-o preferencialmente nos dias em que ia ao Palácio Itaboraí. Apesar das dificuldades iniciais, Ricardo mostra mesmo que contornou os problemas e vem transformando sua jornada nesta quarentena: “Eu acho que isso tudo vai me ajudar a aprender de outras formas no futuro, como vendo um vídeo, acessando outros conteúdos. Ter nossos professores, claro, mas saber também aprender sozinho, ser mais autodidata. Esse momento vai ficar gravado como uma experiência positiva de estudo à distância”, conclui.

Na casa da juveníssima Ludmila de Andrade, as notas que ressoam da sua flauta transversal envolvem e acalantam toda a família durante o isolamento social. Com 12 anos, Ludmila ingressou na OCPIT no início de 2020, já com experiência anterior de tocar flauta doce. Estudante do Liceu Municipal, Ludmila tem seguido com afinco os encontros online semanais, tanto os específicos de seu instrumento, quanto os de teoria musical. “Como não é um vídeo gravado, estamos presentes ao mesmo tempo eu e o professor, ele tem conseguido me mostrar onde estou errando e o que eu posso corrigir. Não conseguiria fazer isso sozinha. Então, com ele, mesmo online, estamos conseguindo avançar. Mas por estar distante, eu tenho que treinar o dobro para acertar a cromática”, conta a menina Ludmila, explicando que “cromática” é a escala sonora do instrumento e que a qualidade do som executado tem a ver com a posição correta da embocadura, ou seja, de como se sopra a flauta. 

O pai e a mãe de Ludmila gostam de acompanhar a prática da filha em casa e contam que a jovem instrumentista toca diariamente, pelo menos uma hora por dia, na parte da tarde. “Pra nós é agradável. Gostamos de música e sempre a incentivamos, pois sabemos dos benefícios e ela também começou a tomar gosto pela música. A aula está sendo excelente. É como uma escada, você sobe degrau por degrau. Ela aprende e pratica. E por isso avança”, explica o industriário Paulo Roberto de Andrade. “Estamos mais próximos da experiência dela de aprender música, porque estamos todos em casa neste período. Tê-la praticando ajuda toda a família, porque a música traz alento nesse momento difícil. A música toca o coração das pessoas”, complementa, emocionado, o pai.

Atividades do Fórum Itaboraí têm restrições devido à pandemia do coronavírus

Em conformidade com as decisões dos órgãos de saúde ligados ao poder público federal, estadual e municipal, o Fórum Itaboraí informa que implementou medidas para restringir a circulação de pessoas nas dependências do Palácio Itaboraí e nas ações de todos os projetos. Todas as atividades coletivas, internas e externas, estão suspensas até o dia 11 de maio. Durante o período, o Palácio Itaboraí estará fechado para a visitação e só será permitida a entrada de funcionários, respeitando a escala estabelecida. O objetivo das ações é minimizar a possibilidade de contágio e disseminação do coronavírus. Contatos: E-mail: forumitaborai@fiocruz.br Facebook: facebook.com/forumitaborai/

Portal Fiocruz tem área especial com informações sobre o coronavírus

Página dedicada ao assunto reúne o conteúdo produzido na Fundação sobre a doença

Em meio à epidemia de coronavírus, a Fiocruz tem atuado não apenas no esclarecimento de aspectos biológicos da doença, mas também na área da comunicação e informação em saúde. Para dar visibilidade a essa produção, o Portal Fiocruz lançou uma página especial que, além de notícias e vídeos, traz perguntas e respostas com as principais dúvidas da população e uma seção voltada para especialistas, com links para as principais fontes de informação em saúde sobre a epidemia. 

Desde o seu lançamento, em 5 de fevereiro de 2020, a página já acumula mais de 1,1 milhão de visualizações. Os conteúdos mais acessados nesse período foram as perguntas e respostas sobre o coronavírus, o que reflete o anseio da população por informações confiáveis.
 
Confira o especial do Portal Fiocruz sobre o coronavírus: fiocruz.br/coronavirus.
 
 

O mercado de trabalho na música clássica é tema de palestra gratuita no Palácio Itaboraí

O músico e pesquisador Lipe Portinho falará sobre as oportunidades da carreira

A Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí – OCPIT recebe no próximo dia 06 de março, de 15h às 17h, o músico contrabaixista e pesquisador Lipe Portinho para a palestra "O músico existencial: o mercado de trabalho na música". Com entrada franca, a palestra tem o objetivo de trazer luz às possibilidades de carreira que um profissional de música clássica pode seguir depois da formação superior. 

Segundo Celso Franzen Jr., maestro e coordenador da OCPIT, é comum para as pessoas que entram para a faculdade de música terem uma expectativa restrita de tornar-se um concertista, que, segundo ele é apenas um dos diversos caminhos possíveis. “Não foi diferente comigo, que entrei na faculdade às escuras, ainda sem saber exatamente quais as possibilidades a profissão poderia me oferecer e fui aprendendo na prática o mundo que pode ser aberto para o profissional de música clássica”, conta o regente, que entende que esta carreira ainda está amadurecendo no Brasil, principalmente no que se refere às políticas públicas para o segmento.
 
O conteúdo da palestra de Portinho faz parte de um estudo do músico a respeito do mercado de trabalho e é direcionado a qualquer pessoa que possa se interessar pelo assunto. “Para nossos instrumentistas da Orquestra e seus familiares, sem dúvidas, é uma rara oportunidade, uma vez que nosso propósito é oferecer formação orquestral, humanista e profissionalizante a estes jovens e conteúdos como este possibilitam visualizar caminhos futuros dentro da realidade da carreira”, explica Celso.
 
Embora aberta ao público, a palestra requer inscrição prévia, que pode ser feita pelo telefone (24) 2246-1430. As vagas são limitadas. O Palácio Itaboraí fica na Rua Visconde de Itaboraí, 188 – Valparaíso – Petrópolis- RJ
 

Horta comunitária no Madame Machado é tema de reportagem do programa "Inter TV Rural"

O programa "Inter TV Rural" exibiu, no dia 23 de fevereiro de 2020, uma matéria sobre a horta comunitária criada na comunidade Madame Machado, em Petrópolis. A iniciativa é da associação de moradores do bairro e conta com o apoio técnico do Fórum Itaboraí, unidade da Fiocruz em Petrópolis, e com a parceria do quilombo da Tapera, na doação de mudas.

Para mais informações sobre o projeto, acesse http://www.forumitaborai.fiocruz.br/node/1169

Para ver a reportagem, clique na imagem abaixo:

 

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